دسترسی نامحدود
برای کاربرانی که ثبت نام کرده اند
برای ارتباط با ما می توانید از طریق شماره موبایل زیر از طریق تماس و پیامک با ما در ارتباط باشید
در صورت عدم پاسخ گویی از طریق پیامک با پشتیبان در ارتباط باشید
برای کاربرانی که ثبت نام کرده اند
درصورت عدم همخوانی توضیحات با کتاب
از ساعت 7 صبح تا 10 شب
دسته بندی: روانشناسی ویرایش: 1ª نویسندگان: Ricardo Goldenberg سری: Coleção Para ler Freud ISBN (شابک) : 9788520012000 ناشر: Civilização Brasileira سال نشر: 2015 تعداد صفحات: 0 زبان: Portuguese فرمت فایل : EPUB (درصورت درخواست کاربر به PDF، EPUB یا AZW3 تبدیل می شود) حجم فایل: 822 کیلوبایت
کلمات کلیدی مربوط به کتاب روانشناسی توده ها و تحلیل خود: تنهایی و جمعیت (برای خواندن فروید): 1. تصویر (روانشناسی). 2. صمیمیت (روانشناسی) - جنبه های اجتماعی. 3. بازاریابی شخصی. 4. رسانه - جنبه های اجتماعی. 5. ارتباطات جمعی - جنبه های اجتماعی. 6. مجموعه ای برای خواندن فروید.
در صورت تبدیل فایل کتاب Psicologia das massas e análise do eu: solidão e multidão (Para ler Freud) به فرمت های PDF، EPUB، AZW3، MOBI و یا DJVU می توانید به پشتیبان اطلاع دهید تا فایل مورد نظر را تبدیل نمایند.
توجه داشته باشید کتاب روانشناسی توده ها و تحلیل خود: تنهایی و جمعیت (برای خواندن فروید) نسخه زبان اصلی می باشد و کتاب ترجمه شده به فارسی نمی باشد. وبسایت اینترنشنال لایبرری ارائه دهنده کتاب های زبان اصلی می باشد و هیچ گونه کتاب ترجمه شده یا نوشته شده به فارسی را ارائه نمی دهد.
هر چیزی که وقتی دیگران تماشا نمی کنند احساس می کنیم و فکر می کنیم پدیدههای انبوه موضوع بزرگی هستند که در این کتاب مورد بحث قرار میگیرند، و همچنین رابطه آنها با هر چیزی که وقتی دیگران \"نگاه نمیکنند\" احساس میکنیم و فکر میکنیم: حسادت دردناک کسی که همیشه چیزی دارد که ما کم داریم و نفرت از دیگران. ناهمسان. گلدنبرگ، با حمایت تزهای گوستاو لوبون که توسط فروید در روانکاوی توده ها و تحلیل نفس تحلیل شده است، تأملات خود را به روابط معمولی انسان معاصر بسط می دهد. برای این کار از میانجی بزرگ گفتمان های جاری استفاده می کند: فرهنگ توده. نویسنده در اعتراض شدید خود به حضور همه جانبه «صحت سیاسی»، از هیچ اشاره ای به موسیقی پاپ، ادبیات، فیلم، سریال های تلویزیونی و حتی آگهی های بازرگانی دریغ نمی کند.
TUDO O QUE SENTIMOS E PENSAMOS QUANDO OS OUTROS NÃO ESTÃO OLHANDO Os fenômenos de massa são o grande tema debatido neste livro, bem como a sua relação com tudo o que sentimos e pensamos quando os outros "não estão olhando": a inveja doída daquele que sempre tem algo que nos falta e o ódio ao diferente. Goldenberg, apoiado nas teses de Gustave Le Bon analisadas por Freud em Psicanálise das massas e análise do eu, estende suas reflexões para as relações típicas do homem contemporâneo. Para isso, utiliza o grande mediador dos discursos da atualidade: a cultura de massas. Em seu protesto veemente contra a onipresença do "politicamente correto", o autor não poupa referências à música pop, à literatura, aos filmes, às séries de TV e até mesmo os comerciais.
SUMÁRIO Apresentação da coleção Prefácio Introdução A propósito de um título Anatomia de um livro de Freud Capítulo primeiro Onde se questiona a oposição clássica entre individual e coletivo. Capítulo segundo Onde se contesta a tese de um instinto gregário, um herd instinct. Capítulo terceiro Onde se trata de massas organizadas. Capítulo quarto Onde se discutem as relações entre sugestão e uma curiosa substância denominada libido (e começam a ser elucidados fenômenos como o de A onda). Capítulo quinto Onde se analisa a estrutura de massas artificiais específicas — nomeadamente, a Igreja e o Exército —, com o intuito de revelar como a teoria edípica serve para demonstrar que o chefe é um sub-rogado do pai. Capítulo sexto Onde consta a observação sobre a recém-criada URSS, já comentada. E onde há uma não menos deliciosa nota a propósito da “ambivalência”, ou seja, do amor e do ódio experimentados em relação à mesma pessoa. Capítulo sétimo Onde finalmente se revela a que veio semelhante estudo do comportamento das multidões: fincar os fundamentos de uma teoria da identificação. E onde podemos ler a bela fórmula da melancolia: a sombra do objeto cai sobre o eu. Capítulo oitavo Onde se avança mais um passo na teoria do amor, comparando o enamoramento com o estado de influência conhecido como hipnose. Capítulo nono Onde se discute e se rebate a hipótese de um “instinto gregário”, uma gregariousness inata. E onde se explica o porquê da alegria geral com a Xuxa sendo tratada como uma (cidadã) qualquer. Capítulo décimo Onde se fundamenta a tese, algo mítica (ainda que o mito seja de um cientista, Darwin), de que a massa seria a versão atualizada de uma suposta “horda primordial”, e se conclui que “A psicologia da massa é a mais antiga psicologia do ser humano”. Capítulo décimo primeiro O derradeiro. Um grau no interior do eu. Apêndice Onde Freud se sente obrigado a se aprofundar em determinados conceitos em benefício do leitor. Olha eu! “Triste o saber que não beneficia o sábio” Anexos Um passeio pelo Seminário 1964: Ano de polemizar com Jean-Paul Sartre, jamais mencionado pelo nome. 1967: Ano dedicado a conjecturar uma lógica da fantasia. Em tempo: dançando nas ruas. Referências bibliográficas Cronologia de Sigmund Freud Outros títulos da coleção Para Ler Freud