دسترسی نامحدود
برای کاربرانی که ثبت نام کرده اند
برای ارتباط با ما می توانید از طریق شماره موبایل زیر از طریق تماس و پیامک با ما در ارتباط باشید
در صورت عدم پاسخ گویی از طریق پیامک با پشتیبان در ارتباط باشید
برای کاربرانی که ثبت نام کرده اند
درصورت عدم همخوانی توضیحات با کتاب
از ساعت 7 صبح تا 10 شب
ویرایش: [9 ed.]
نویسندگان: Gustavo Henrique Badaró
سری:
ISBN (شابک) : 9786559919192
ناشر: Thomson Reuters Brasil
سال نشر: 2021
تعداد صفحات: [1911]
زبان: Brazilian Portuguese
فرمت فایل : PDF (درصورت درخواست کاربر به PDF، EPUB یا AZW3 تبدیل می شود)
حجم فایل: 14 Mb
در صورت تبدیل فایل کتاب Processo Penal به فرمت های PDF، EPUB، AZW3، MOBI و یا DJVU می توانید به پشتیبان اطلاع دهید تا فایل مورد نظر را تبدیل نمایند.
توجه داشته باشید کتاب پرونده کیفری نسخه زبان اصلی می باشد و کتاب ترجمه شده به فارسی نمی باشد. وبسایت اینترنشنال لایبرری ارائه دهنده کتاب های زبان اصلی می باشد و هیچ گونه کتاب ترجمه شده یا نوشته شده به فارسی را ارائه نمی دهد.
Anterrosto Página de direitos autorais Folha de rosto Dedicatória Agradecimentos Apresentação Nota do Autor à Nona Edição Nota do Autor à Oitava Edição Nota do Autor à Sétima Edição Nota do Autor à Sexta Edição Nota do Autor à Quinta Edição Nota do Autor à Quarta Edição Nota do Autor à Terceira Edição Sumário Capítulo 1 Garantias processuais e o sistema acusatório 1.1. Princípios processuais penais 1.2. A Convenção Americana de Direitos Humanos e as garantias processuais 1.3. Garantia do juiz independente e imparcial 1.4. Garantia do juiz natural 1.5. Garantias do contraditório e ampla defesa 1.6. Garantia da igualdade de partes 1.7. Garantia do estado de inocência 1.8. Garantia da motivação 1.9. Garantia da publicidade 1.10. Garantia do duplo grau de jurisdição 1.11. Garantia do processo no prazo razoável 1.12. Garantia do devido processo legal 1.13. A regra da proporcionalidade e as garantias processuais 1.14. Sistemas processuais: processo penal acusatório e inquisitório 1.14.1. Características 1.14.2. A essência do processo penal acusatório 1.14.3. Processo acusatório e iniciativa probatória do juiz Capítulo 2 Lei processual penal no tempo, no espaço e sua interpretação 2.1. A lei processual penal no tempo 2.1.1. Normas processuais penais puras e mistas e o direito intertemporal 2.1.2. Direito intertemporal: problemas específicos 2.1.2.1. Normas sobre procedimento 2.1.2.2. Normas sobre prova 2.1.2.3. Normas sobre recursos 2.1.2.4. Normas sobre prisão e liberdade 2.2. A lei processual penal no espaço 2.3. Interpretação da lei processual penal Capítulo 3 Inquérito policial e outras formas de investigação preliminar 3.1. Noções gerais 3.2. Inquérito policial: finalidade 3.3. Inquéritos extrapoliciais 3.4. Natureza jurídica e características 3.5. Dispensabilidade do inquérito 3.6. Âmbito de atuação da autoridade policial 3.7. Início do inquérito policial 3.8. Notitia criminis: conceito e espécies 3.9. Diligências 3.10. Identificação criminal 3.11. Indiciamento 3.12. Incomunicabilidade do preso 3.13. Término do inquérito policial 3.14. Arquivamento do inquérito policial 3.15. Vícios do inquérito policial 3.16. Valor probatório 3.17. Investigação pelo Ministério Público 3.18. Investigação pela defesa 3.19. “Juiz das Garantias” 3.19.1. Separação das fases da persecução penal: competência funcional 3.19.2. Função e momento de atuação 3.19.3. O rol de competências 3.19.4. Do impedimento para atuar na fase de instrução e julgamento da causa 3.19.5. Separação dos autos da investigação e dos autos do processo 3.20. Acordo de não persecução penal Capítulo 4 Ação penal 4.1. Noções gerais sobre o direito de ação 4.1.1. Teorias imanentistas do direito de ação 4.1.2. Teorias (autonomistas) concretas do direito de ação 4.1.3. Teorias (autonomistas) abstratas do direito de ação 4.1.4. Teoria da ação de Liebman 4.2. Condições da ação penal 4.2.1. Possibilidade jurídica do pedido 4.2.2. Interesse de agir 4.2.3. Legitimidade de partes 4.2.4. Justa causa para a ação penal 4.2.5. Carência da ação: distinção entre condições da ação e mérito 4.3. Classificação da ação penal 4.3.1. Classificação quanto à forma de tutela jurisdicional pleiteada 4.3.2. Critério subjetivo de classificação 4.3.3. Determinação da espécie de ação penal 4.3.4. Razão de ser das espécies de ação penal 4.3.5. Características fundamentais das espécies de ação penal 4.4. Ação penal pública incondicionada 4.4.1. Noções gerais 4.4.2. Princípios 4.5. Ação penal pública condicionada à representação do ofendido 4.6. Ação penal pública condicionada à requisição do Ministro da Justiça 4.7. Ação penal de iniciativa privada 4.7.1. Princípios 4.7.2. Queixa 4.8. Extinção da punibilidade relacionada com a ação penal 4.8.1. Decadência 4.8.2. Renúncia ao direito de queixa 4.8.3. Perdão do ofendido 4.8.4. Perempção 4.9. Denúncia ou queixa 4.9.1. Requisitos da denúncia ou queixa 4.9.1.1. Exposição do fato com todas as circunstâncias 4.9.1.2. Qualificação do acusado 4.9.1.3. Classificação do crime 4.9.1.4. Rol de testemunhas 4.9.1.5. Elementos autenticativos 4.9.2. Aditamento da denúncia Capítulo 5 Ação civil ex delicto 5.1. Noções gerais 5.2. Restituição, ressarcimento, reparação e indenização 5.3. Ação penal e ação civil ex delicto 5.4. Sentença penal condenatória e seus efeitos civis 5.5. Sentença condenatória e o responsável civil 5.6. Sentença penal condenatória e a responsabilidade civil solidária 5.7. Rescisão do julgado penal 5.8. Efeitos civis da absolvição penal 5.8.1. Absolvição por excludentes de ilicitude 5.8.1.1. Legítima defesa 5.8.1.2. Estado de necessidade 5.8.1.3. Estrito cumprimento do dever legal 5.8.1.4. Exercício regular de direito 5.9. Vinculação da absolvição e contraditório Capítulo 6 Competência 6.1. Noções gerais 6.2. Concretização da competência 6.3. Da norma sobre competência: critério de competência e fator de coligamento 6.4. Critérios de distribuição de competência 6.4.1. Competência pelo lugar da infração 6.4.2. Competência pelo domicílio ou residência do réu e a competência pelo domicílio da vítima 6.4.3. Competência pela prevenção 6.4.4. Competência pela natureza da infração 6.4.5. Competência pela distribuição 6.4.6. Competência por prerrogativa de função 6.5. Prorrogação da competência 6.5.1. Noções preliminares 6.5.2. Prorrogação de competência: conceito e espécies 6.5.3. Conexão 6.5.4. Continência 6.5.5. Efeitos da conexão e da continência 6.5.6. Dos critérios de definição do foro prevalecente 6.5.7. Desaforamento 6.5.8. Incidente de deslocamento da competência para a Justiça Federal, em crimes que violam direitos humanos 6.6. Disposições especiais sobre competência Capítulo 7 Sujeitos processuais 7.1. Juiz 7.1.1. Dos impedimentos e incompatibilidades dos juízes 7.1.1.1. Hipóteses de impedimentos 7.1.1.2. Hipóteses de incompatibilidades 7.1.1.3. Procedimento 7.1.1.4. Efeitos 7.1.2. Suspeição do juiz 7.1.2.1. Hipóteses de suspeição 7.1.2.2. Abstenção do juiz 7.1.2.3. Atos do juiz suspeito 7.1.2.4. Suspeição dos jurados 7.2. Peritos, intérpretes, serventuários ou funcionários da Justiça 7.3. Ministério Público 7.3.1. Natureza jurídica 7.3.2. Parte interessada ou “parte imparcial” 7.3.3. Princípios do Ministério Público 7.3.4. Impedimentos do Ministério Público 7.4. Autoridade policial 7.5. Acusado 7.5.1. Questões terminológicas 7.5.2. Pessoa jurídica 7.5.3. A autodefesa do acusado 7.5.4. Revelia do acusado 7.6. Defensor 7.6.1. Defesa técnica 7.6.2. Finalidade da defesa 7.6.3. Aspectos terminológicos 7.6.4. Defesa técnica necessária, indisponível e efetiva 7.6.5. Momento inicial da defesa técnica 7.7. Curador 7.7.1. Finalidade 7.8. Assistente de acusação 7.8.1. Finalidade 7.8.2. Cabimento 7.8.3. Momento 7.8.4. Legitimados 7.8.5. Poderes do assistente 7.8.6. O assistente e a testemunha Capítulo 8 Questões e processos incidentes 8.1. Questões e processos incidentes 8.2. Questões prejudiciais 8.2.1. Noções gerais 8.2.2. Classificações 8.2.3. Questões prejudiciais sobre estado das pessoas 8.2.4. Questões prejudiciais diversas do estado das pessoas 8.2.5. Legitimados 8.2.6. Momento de arguição 8.2.7. Recurso 8.3. Da exceção de suspeição e da alegação de impedimento e incompatibilidade 8.3.1. Exceção de suspeição 8.3.1.1. Abstenção do juiz 8.3.1.2. Legitimados 8.3.1.3. Momento da arguição 8.3.1.4. Procedimento 8.3.1.5. Exceção de suspeição dos jurados 8.3.1.6. Exceção de suspeição do representante do Ministério Público 8.3.1.7. Exceção de suspeição dos peritos, intérpretes, serventuários ou funcionários da Justiça 8.3.1.8. Suspeição da autoridade policial 8.3.2. Da alegação de impedimentos e incompatibilidades 8.3.2.1. Procedimento 8.4. Da exceção de incompetência 8.4.1. Hipóteses de incompetência 8.4.2. Abstenção do juiz 8.4.3. Legitimados 8.4.4. Momento da arguição 8.4.5. Procedimento 8.5. Exceção de litispendência e de coisa julgada 8.5.1. Distinção 8.5.2. Legitimados 8.5.3. Momento de arguição 8.5.4. Procedimento 8.5.5. Recurso 8.6. Exceção de ilegitimidade de parte 8.6.1. Cabimento 8.6.2. Legitimados 8.6.3. Momento de arguição 8.6.4. Procedimento 8.6.5. Recurso 8.7. Da restituição das coisas apreendidas 8.7.1. Das coisas que podem ser apreendidas e restituídas 8.7.2. Legitimados 8.7.3. Momento 8.7.4. Quem pode determinar a restituição da coisa apreendida 8.7.5. Requisitos 8.7.6. Procedimento 8.7.7. Destino das coisas não restituídas 8.7.8. Natureza jurídica 8.8. Incidente de falsidade documental 8.8.1. Cabimento 8.8.2. Legitimados 8.8.3. Momento 8.8.4. Procedimento 8.9. Incidente de insanidade mental 8.9.1. Cabimento 8.9.2. Legitimados 8.9.3. Momento 8.9.4. Procedimento 8.9.5. Resultado do laudo Capítulo 9 Comunicação dos atos processuais 9.1. Atos de comunicação processual 9.2. Citação 9.2.1. Noções gerais e espécies de citação 9.2.2. Citação por mandado 9.2.3. Citação por edital 9.2.4. Citação com hora certa 9.2.5. Citação e revelia 9.2.6. Vícios da citação 9.3. Intimação Capítulo 10 Da prova 10.1. Teoria geral da prova 10.1.1. Noções preliminares 10.1.2. Processo penal, prova e verdade 10.1.3. Conceitos e significados sobre a prova 10.1.4. Meios de prova e meios de obtenção de prova 10.1.4.1. Meios de prova 10.1.4.2. Meios de obtenção de prova 10.1.5. Prova atípica e prova anômala 10.1.6. Das provas pré-constituídas e provas constituendas: diferenças quanto ao regime do contraditório 10.1.7. Prova emprestada 10.1.8. Objeto da prova 10.1.9. Momentos probatórios 10.1.10. Os critérios lógicos de admissibilidade das provas 10.1.11. Provas ilícitas 10.1.11.1. Provas ilícitas e provas ilegítimas: distinções 10.1.11.2. Uma nova proposta de conceituação das provas ilícitas 10.1.11.3. Prova ilícita por derivação 10.1.12. Prova por videoconferência 10.1.13. Sistemas de valoração da prova 10.1.13.1. O valor dos elementos informativos do inquérito policial 10.1.13.2. O valor dos elementos não produzidas em contraditório: corroboração 10.1.13.3. Exceções ao contraditório: as provas cautelares, antecipadas e irrepetíveis 10.1.14. Critérios de decisão: o problema dos standards probatórios 10.1.14.1. Noções gerais 10.1.14.2. As críticas ao standard de prova “além da dúvida razoável” 10.1.14.3. Propostas alternativas ao standard de prova “além da dúvida razoável” 10.1.15. Ônus da prova 10.1.15.1. Noções gerais 10.1.15.2. Ônus da prova: espécies 10.1.15.3. Ônus da prova quanto aos elementos do crime 10.2. Exame de corpo de delito e outras perícias 10.2.1. Conceito 10.2.2. Características 10.2.3. Classificações 10.2.4. Perito 10.2.5. Corpo do delito e exame de corpo de delito 10.2.6. Exame de corpo de delito direto e indireto 10.2.7. Procedimento probatório 10.2.8. Valor probatório 10.2.9. Da cadeia de custódia da prova 10.2.9.1. Conceito e finalidade cadeia de custódia 10.2.9.2. Das etapas da cadeia de custódia 10.2.9.3. Das consequências da violação da cadeia de custódia 10.2.9.4. Da cadeia de custódia da prova digital 10.3. Interrogatório 10.3.1. Natureza jurídica 10.3.2. Características 10.3.3. Local do interrogatório 10.3.4. Procedimento e conteúdo 10.3.5. Valor probatório 10.4. Confissão 10.4.1. Conceito e elementos 10.4.2. Natureza jurídica 10.4.3. Classificações 10.4.4. Características 10.4.5. Valor probatório 10.5. Delação ou chamamento do corréu 10.5.1. Conceito 10.5.2. Natureza jurídica 10.5.3. Requisitos 10.5.4. Valor probatório 10.5.5. Da colaboração premiada 10.5.5.1. O acordo de colaboração premiada 10.5.5.2. A proposta de acordo de colaboração premiada e as tratativas do acordo 10.5.5.3. A retratação da proposta e a não celebração do acordo de colaboração 10.5.5.4. O conteúdo do acordo 10.5.5.5. A homologação judicial do acordo 10.5.5.6. A produção da prova nos processos com colaboração premiada 10.5.5.7. O valor probatório da colaboração premiada 10.6. Declarações do ofendido 10.6.1. Posição do ofendido no processo penal 10.6.2. Diferenças entre o ofendido e as testemunhas 10.6.3. Natureza jurídica 10.6.4. Procedimento probatório 10.6.5. Valor probatório 10.7. Prova testemunhal 10.7.1. Conceito 10.7.2. Características 10.7.3. Classificações 10.7.4. Dever de depor, proibição de depor e dispensa de depor 10.7.5. Lugar do depoimento 10.7.6. Procedimento probatório 10.7.7. Contradita 10.7.8. Valor probatório da prova testemunhal 10.8. Acareação 10.8.1. Conceito e características 10.8.2. Procedimento probatório 10.8.3. Valor probatório 10.9. Reconhecimento de pessoa ou coisa 10.9.1. Conceito 10.9.2. Procedimento 10.9.3. Valor probatório 10.10. Prova documental 10.10.1. Conceito 10.10.2. Características 10.10.3. Espécies 10.10.4. Documento eletrônico 10.10.5. Procedimento probatório 10.10.6. Valor probatório 10.11. Indícios e presunções 10.11.1. Conceito 10.11.2. Raciocínio indiciário 10.11.3. Valor probatório 10.11.4. Indícios e presunções 10.11.5. Espécies de presunções 10.11.6. Presunções simples, presunções relativas e o ônus da prova 10.11.7. Presunções absolutas 10.12. Busca e apreensão 10.12.1. Busca domiciliar 10.12.2. Busca pessoal 10.12.3. Procedimento da busca e apreensão 10.13. Interceptação telefônica 10.13.1. Questões terminológicas 10.13.2. Disciplina constitucional 10.13.3. Âmbito de aplicação da Lei 9.296/1996 10.13.4. Natureza jurídica da medida 10.13.5. Requisitos para a interceptação telefônica 10.13.6. Legitimados e momento 10.13.7. Juiz e competência 10.13.8. Procedimento probatório 10.13.9. Valor probatório 10.14. Interceptação ambiental de sinais eletromagnéticos, ópticos e acústicos 10.14.1. Conceito de captação de sinais eletromagnéticos, ópticos e acústicos 10.14.2. Natureza jurídica da medida 10.14.3. Fundamento constitucional 10.14.4. Espécies de Interceptações ambientais 10.14.5. Requisitos para a interceptação ambiental 10.14.6. Procedimento probatório Capítulo 11 Sentença e coisa julgada 11.1. Sentença 11.1.1. Conceito 11.1.2. Classificação e denominações 11.1.3. Requisitos da sentença 11.1.4. Sentença absolutória 11.1.5. Sentença condenatória 11.1.6. Intimação da sentença 11.1.7. Efeitos da sentença 11.2. Correlação entre acusação e sentença 11.2.1. Noções gerais 11.2.2. Emendatio libelli (CPP, art. 383) 11.2.3. Mutatio libelli (CPP, art. 384) 11.3. Coisa julgada 11.3.1. Noções gerais 11.3.2. Coisa julgada formal 11.3.3. Coisa julgada material 11.3.4. Limites objetivos da coisa julgada 11.3.4.1. Problemas específicos 11.3.5. Limites subjetivos da coisa julgada 11.3.5.1. Problemas específicos Capítulo 12 Do processo 12.1. Natureza do processo 12.2. Objeto do processo penal 12.2.1. A irrelevância da lide penal 12.2.2. A pretensão punitiva: pretensão material 12.2.3. O objeto do processo como o conteúdo da imputação penal 12.3. Dos chamados pressupostos processuais Capítulo 13 Dos procedimentos: procedimento ordinário, sumário, sumaríssimo e procedimentos especiais 13.1. Noções preliminares 13.2. Do procedimento comum ordinário 13.2.1. Oferecimento da denúncia ou queixa 13.2.2. Recebimento da denúncia ou queixa, ou sua rejeição liminar 13.2.3. Citação do acusado 13.2.4. Resposta 13.2.5. Absolvição sumária 13.2.6. Possibilidade de rejeição da denúncia ou queixa 13.2.7. Audiência de instrução, debates e julgamento 13.2.7.1. Declarações do ofendido 13.2.7.2. Oitiva das testemunhas de acusação e de defesa 13.2.7.3. Esclarecimentos dos peritos 13.2.7.4. Acareações e reconhecimento de pessoas ou coisas 13.2.7.5. Interrogatório 13.2.7.6. Diligências complementares 13.2.7.7. Alegações finais 13.2.7.8. Sentença 13.3. Procedimento sumário 13.3.1. Aplicação do procedimento sumário 13.3.2. O procedimento sumário (arts. 531 e 538) 13.4. Do procedimento sumaríssimo nos juizados especiais criminais 13.4.1. Noções preliminares 13.4.2. Infração penal de menor potencial ofensivo 13.4.3. Processo penal consensual 13.4.3.1. Composição civil 13.4.3.2. Representação do ofendido 13.4.3.3. Transação penal 13.4.3.4. Suspensão condicional do processo 13.4.4. Procedimento 13.4.4.1. Termo circunstanciado 13.4.4.2. Audiência preliminar 13.4.4.3. Audiência de instrução e julgamento 13.5. Do procedimento dos crimes dolosos contra a vida: o Tribunal do Júri 13.5.1. Noções preliminares 13.5.2. Características constitucionais do júri brasileiro 13.5.2.1. Plenitude de defesa 13.5.2.2. Sigilo das votações 13.5.2.3. Soberania dos veredictos 13.5.2.4. Competência para julgar os crimes dolosos contra a vida 13.5.3. Procedimento no juízo de acusação 13.5.3.1. Oferecimento da denúncia ou queixa 13.5.3.2. Juízo de admissibilidade da acusação 13.5.3.3. Citação do acusado 13.5.3.4. Resposta 13.5.3.5. Réplica 13.5.3.6. Absolvição sumária do art. 397 13.5.3.7. Audiência de instrução, debates e julgamento 13.5.3.7.1. Declarações do ofendido 13.5.3.7.2. Oitiva das testemunhas de acusação e de defesa 13.5.3.7.3. Esclarecimentos dos peritos, acareações e reconhecimento de pessoas ou coisas 13.5.3.7.4. Interrogatório 13.5.3.7.5. Alegações finais 13.5.4. Pronúncia 13.5.5. Impronúncia 13.5.6. Absolvição sumária 13.5.7. Desclassificação 13.5.8. Juízo da causa – Noções preliminares 13.5.9. Requerimento de diligências da acusação e da defesa 13.5.10. Preparação do processo 13.5.11. Desaforamento 13.5.12. Aceleração do julgamento 13.5.13. Ordem dos julgamentos 13.5.14. A função dos jurados e a organização do júri 13.5.15. Formação e convocação do júri 13.5.16. Do julgamento pelo júri 13.5.16.1. Verificação da presença das partes e testemunhas 13.5.16.2. Verificação da urna, chamada dos jurados e instalação 13.5.16.3. Pregão e adiamentos 13.5.16.4. Impedimentos, suspeições e incomunicabilidade dos jurados 13.5.16.5. Verificação das cédulas, sorteio dos jurados e recusas 13.5.16.6. Compromisso dos jurados 13.5.16.7. Oitiva da vítima e das testemunhas 13.5.16.8. Acareações, reconhecimentos de pessoas ou coisas e esclarecimentos dos peritos 13.5.16.9. Leitura de peças 13.5.16.10. Interrogatório do acusado 13.5.16.11. Uso de algemas 13.5.16.12. Debates orais 13.5.16.13. Vedação de utilização de argumentos 13.5.16.14. Juntada de documentos 13.5.16.15. Conclusão dos debates e esclarecimentos aos jurados 13.5.16.16. Provas essenciais e dissolução do conselho de sentença 13.5.16.17. Leitura dos quesitos 13.5.16.18. Sala secreta 13.5.16.19. Quesitos 13.5.16.20. Votação dos quesitos 13.5.16.21. Sentença 13.5.16.22. Desclassificação pelo conselho de sentença 13.5.16.23. Leitura da sentença 13.6. Procedimento dos crimes falimentares 13.6.1. Noções gerais 13.6.2. Extinção do inquérito judicial 13.6.3. Ação penal subsidiária 13.6.4. Sentença declaratória da falência 13.6.5. Recebimento da denúncia 13.6.6. Competência do juiz criminal 13.7. Do procedimento dos crimes praticados por funcionários públicos 13.7.1. Reflexos da Lei 11.719/2008 no procedimento especial 13.7.2. Cabimento do procedimento 13.7.3. Competência e foro por prerrogativa de função 13.7.4. Denúncia 13.7.5. Resposta escrita 13.7.6. Recebimento da denúncia 13.7.7. Rejeição da denúncia 13.8. Procedimento dos crimes contra a honra 13.8.1. Noções gerais 13.8.2. Cabimento 13.8.3. Audiência de reconciliação 13.8.4. Exceção da verdade 13.8.5. Exceção da notoriedade do fato 13.8.6. Pedido de explicações 13.9. Procedimento dos crimes contra a propriedade imaterial 13.9.1. Noções gerais 13.9.2. Procedimento para os crimes de ação penal de iniciativa privada 13.9.2.1. O exame pericial 13.9.2.2. Ação penal 13.9.3. Procedimento especial nos crimes de ação penal pública 13.9.4. Procedimento na Lei da Propriedade Industrial 13.10. Do procedimento especial dos crimes de drogas 13.10.1. Noções gerais 13.10.2. Procedimento de drogas e as mudanças do CPP pela Lei 11.719/2008 13.10.3. Procedimento aplicável no caso de concurso de crimes 13.10.4. Inquérito policial 13.10.5. Oferecimento da denúncia 13.10.6. Possibilidade de rejeição da denúncia 13.10.7. Notificação 13.10.8. Resposta 13.10.9. Diligências 13.10.10. Juízo de admissibilidade da acusação 13.10.11. Possibilidade de absolvição sumária 13.10.12. Audiência de instrução e julgamento Capítulo 14 Nulidade dos atos processuais 14.1. Noções gerais 14.2. Atos inexistentes 14.3. Nulidades absolutas 14.4. Nulidades relativas 14.5. Princípios relativos às nulidades 14.5.1. Princípio do prejuízo ou da instrumentalidade das formas 14.5.2. Princípio da causalidade 14.5.3. Princípio do interesse 14.6. Nulidades cominadas no CPP 14.7. Convalidação dos atos processuais 14.8. Meios para alegar as nulidades Capítulo 15 Recursos 15.1. Teoria geral dos recursos 15.1.1. Fundamento do direito ao recurso 15.1.2. Conceito e classificações 15.1.3. Princípios relativos aos recursos 15.1.3.1. Taxatividade 15.1.3.2. Unirrecorribilidade das decisões 15.1.3.3. Fungibilidade recursal 15.1.3.4. Dialeticidade 15.1.3.5. Disponibilidade 15.1.3.6. Irrecorribilidade das decisões interlocutórias 15.1.3.7. Personalidade dos recursos e proibição de reformatio in pejus 15.1.4. Efeitos dos recursos 15.1.4.1. Efeito devolutivo 15.1.4.2. Efeito suspensivo 15.1.4.3. Efeito regressivo ou iterativo 15.1.4.4. Efeito extensivo 15.1.5. Juízo de admissibilidade e juízo de mérito 15.1.5.1. Juízo de admissibilidade 15.1.5.2. Juízo de mérito 15.1.6. Requisitos de admissibilidade 15.1.6.1. Cabimento 15.1.6.2. Tempestividade 15.1.6.3. Regularidade formal 15.1.6.4. Ausência de fato impeditivo ou extintivo 15.1.6.4.1. Fatos impeditivos 15.1.6.4.2. Fatos extintivos 15.1.6.5. Legitimidade 15.1.6.6. Interesse 15.2. Apelação 15.2.1. Noções gerais 15.2.2. Requisitos de admissibilidade 15.2.2.1. Cabimento – CPP, art. 593 15.2.2.2. Tempestividade 15.2.2.3. Regularidade formal 15.2.2.4. Ausência de fato impeditivo ou extintivo 15.2.2.5. Legitimidade 15.2.2.6. Interesse 15.2.3. Procedimento 15.2.4. Efeitos da apelação 15.3. Recurso em sentido estrito 15.3.1. Noções gerais 15.3.2. Requisitos de admissibilidade 15.3.2.1. Cabimento – CPP, art. 581 15.3.2.2. Tempestividade 15.3.2.3. Regularidade formal 15.3.2.4. Ausência de fato impeditivo ou extintivo 15.3.2.5. Legitimidade 15.3.2.6. Interesse 15.3.3. Procedimento 15.3.4. Efeitos do recurso em sentido estrito 15.4. Embargos de declaração 15.4.1. Noções gerais 15.4.2. Requisitos de admissibilidade 15.4.2.1. Cabimento 15.4.2.2. Tempestividade 15.4.2.3. Regularidade formal 15.4.2.4. Legitimidade e interesse 15.4.3. Procedimento 15.4.4. Efeitos dos embargos de declaração 15.4.5. Suspensão ou interrupção do prazo de outros recursos 15.4.6. Julgamento dos embargos de declaração 15.5. Embargos infringentes e de nulidades 15.5.1. Noções gerais 15.5.2. Requisitos de admissibilidade 15.5.2.1. Cabimento (CPP, art. 609, parágrafo único) 15.5.2.2. Tempestividade 15.5.2.3. Regularidade formal 15.5.2.4. Legitimidade e interesse 15.5.3. Procedimento 15.5.4. Efeitos dos embargos infringentes 15.6. Carta testemunhável 15.6.1. Noções gerais 15.6.2. Requisitos de admissibilidade 15.6.2.1. Cabimento 15.6.2.2. Tempestividade 15.6.2.3. Legitimidade 15.6.3. Procedimento 15.6.4. Efeitos da carta testemunhável 15.7. Correição parcial 15.7.1. Noções gerais 15.7.2. Requisitos de admissibilidade 15.7.2.1. Cabimento 15.7.2.2. Tempestividade 15.7.2.3. Legitimidade 15.7.3. Procedimento 15.7.4. Efeitos da correição parcial 15.8. Recursos especial e extraordinário 15.8.1. Noções gerais 15.8.2. Pressupostos de admissibilidade dos recursos 15.8.2.1. Cabimento 15.8.2.1.1. Questões comuns 15.8.2.1.2. Hipóteses de cabimento do recurso extraordinário 15.8.2.1.3. Hipóteses de cabimento do recurso especial 15.8.2.2. Tempestividade 15.8.2.3. Ausência de fato impeditivo ou extintivo 15.8.2.4. Legitimidade 15.8.2.5. Interesse 15.8.3. Procedimento 15.8.4. Do julgamento dos recursos extraordinário e especial repetitivos 15.8.5. Recurso extraordinário e especial representativos da controvérsia em matéria penal 15.8.6. Efeitos dos recursos especial e extraordinário 15.9. Agravo contra decisão denegatória de recursos especial e extraordinário 15.9.1. Noções gerais 15.9.2. O agravo no novo Código de Processo Civil 15.9.3. Requisitos de admissibilidade 15.9.3.1. Cabimento 15.9.3.2. Tempestividade 15.9.4. Procedimento 15.9.5. Efeitos do agravo 15.10. Embargos de Divergência 15.10.1. Noções gerais 15.10.2. Requisitos de admissibilidade 15.10.2.1. Cabimento 15.10.2.1.1. Características do acórdão embargado 15.10.2.1.2. Características do acórdão paradigma 15.10.2.2. Tempestividade 15.10.2.3. Regularidade formal: comprovação e exposição da divergência 15.10.2.4. Ausência de fato impeditivo 15.10.2.5. Legitimidade e interesse 15.10.3. Procedimento 15.10.3.1. Embargos de Divergência no STF 15.10.3.2. Embargos de Divergência no STJ 15.10.4. Efeitos dos Embargos de Divergência 15.11. Agravo em execução 15.11.1. Noções gerais 15.11.2. Requisitos de admissibilidade 15.11.2.1. Cabimento 15.11.2.2. Tempestividade 15.11.2.3. Legitimidade e interesse 15.11.3. Procedimento 15.11.4. Efeitos do agravo em execução Capítulo 16 Habeas corpus 16.1. Natureza jurídica 16.2. Notícias históricas 16.3. Tutela jurisdicional 16.4. Condições da ação 16.4.1. Interesse de agir: não cabimento por vedação legal 16.4.2. Interesse de agir: adequação e necessidade 16.4.3. Legitimidade 16.4.3.1. Legitimados ativos 16.4.3.2. Legitimidade passiva 16.5. Pressupostos processuais 16.6. Competência 16.7. Procedimento 16.8. Ônus da prova 16.9. Recurso ordinário em habeas corpus 16.9.1. Requisitos de admissibilidade 16.9.1.1. Cabimento 16.9.1.2. Legitimidade recursal 16.9.1.3. Interesse recursal 16.9.1.4. Ausência de fato impeditivo 16.9.1.5. Tempestividade 16.9.2. Procedimento 16.9.3. Efeitos do recurso ordinário em habeas corpus Capítulo 17 Revisão criminal 17.1. Noções gerais 17.2. Condições da ação 17.2.1. Interesse de agir: hipótese de cabimento prevista em lei 17.2.2. Interesse de agir: necessidade e adequação 17.2.3. Legitimidade 17.3. Pressupostos processuais 17.4. Procedimento 17.5. Ônus da prova 17.6. Efeitos da sentença absolutória 17.7. Coisa julgada 17.8. Indenização pelo erro judiciário Capítulo 18 Medidas cautelares 18.1. Teoria geral da tutela cautelar processual penal 18.1.1. Espécies de medidas cautelares 18.1.2. Características das tutelas cautelares 18.1.2.1. Instrumentalidade hipotética 18.1.2.2. Acessoriedade 18.1.2.3. Preventividade 18.1.2.4. Provisoriedade 18.1.2.5. Cognição sumária 18.1.2.6. Referibilidade 18.1.2.7. Proporcionalidade 18.1.3. Legalidade das medidas cautelares penais 18.1.4. Processo cautelar e medidas cautelares penais 18.1.5. Tutela cautelar e a impossibilidade de antecipação de tutela no processo penal 18.2. Medidas cautelares pessoais 18.2.1. Características das medidas cautelares pessoais 18.2.1.1. Necessidade e adequação das medidas cautelares 18.2.1.2. A proporcionalidade da prisão preventiva: pena provável a ser aplicada 18.2.1.3. Contraditoriedade 18.2.1.4. Excepcionalidade da prisão preventiva 18.2.1.5. Cumulatividade 18.2.2. Prisão em flagrante 18.2.2.1. Conceito e finalidade 18.2.2.2. Classificação 18.2.2.3. Situação de flagrante 18.2.2.4. Situações especiais 18.2.2.5. Formalidades do auto de prisão em flagrante delito 18.2.2.6. Infração cometida na presença de autoridade ou contra autoridade 18.2.2.7. Comunicação da prisão em flagrante e sua apreciação judicial 18.2.3. Prisão preventiva 18.2.3.1. Momento para decretação 18.2.3.2. Legitimidade para requerer a prisão 18.2.3.3. Legitimidade para decretar a prisão 18.2.3.4. Pressupostos positivos para a decretação da prisão preventiva 18.2.3.5. Pressupostos negativos para a decretação da prisão preventiva 18.2.3.6. Requisitos positivos da prisão preventiva 18.2.3.6.1. Garantia da ordem pública 18.2.3.6.2. Garantia da ordem econômica 18.2.3.6.3. Conveniência da instrução criminal 18.2.3.6.4. Assegurar a aplicação da lei penal 18.2.3.6.5. O periculum libertatis subsidiário: o descumprimento de medida cautelar alternativa à prisão 18.2.3.7. Hipóteses de cabimento da decretação da prisão preventiva 18.2.3.7.1. A proporcionalidade com a pena provável a ser aplicada 18.2.3.8. Necessidade de fundamentação 18.2.3.9. Prisão domiciliar 18.2.3.10. Revogação da prisão preventiva e sua revisão periódica 18.2.4. Prisão temporária 18.2.4.1. Hipóteses de cabimento 18.2.4.2. Momentos para a decretação da prisão temporária 18.2.4.3. Legitimados para requerer a prisão temporária 18.2.4.4. Prazo e término da prisão temporária 18.2.4.5. Fundamentação da decretação da prisão temporária 18.2.5. Audiência de custódia 18.2.5.1. Da denominação: audiência de custódia 18.2.5.2. A garantia do art. 7.5 da CADH 18.2.5.3. Do conteúdo do direito da pessoa presa ser conduzida, sem demora, à presença de um juiz 18.2.5.4. Da natureza autoaplicável da norma do art. 7.5 da CADH 18.2.5.5. Da consequência da inobservância da audiência de custódia 18.2.5.6. Do procedimento da audiência de custódia 18.2.6. Medidas cautelares alternativas à prisão 18.2.6.1. Medidas alternativas à prisão preventiva 18.2.6.2. Natureza: as medidas alternativas à prisão são medidas cautelares? 18.2.6.3. Pressuposto, requisitos e hipóteses de cabimento das medidas alternativas à prisão 18.2.6.4. Características: preferibilidade e cumulatividade 18.2.6.5. Variabilidade das medidas cautelares alternativas à prisão 18.2.6.6. Taxatividade das medidas alternativas à prisão ou poder geral de cautela? 18.2.6.7. Medidas em espécie 18.2.6.7.1. Comparecimento periódico a juízo 18.2.6.7.2. Proibição de acesso ou frequência a determinados lugares 18.2.6.7.3. Proibição de contato com pessoa determinada 18.2.6.7.4. Proibição de ausentar-se da comarca 18.2.6.7.5. Recolhimento domiciliar noturno 18.2.6.7.6. Suspensão de função pública ou atividade econômica ou financeira 18.2.6.7.7. Internação provisória do acusado inimputável ou semi-imputável 18.2.6.7.8. Fiança 18.2.6.7.8.1. Cabimento e os crimes inafiançáveis 18.2.6.7.8.2. Cabimento e hipóteses de inafiançabilidade 18.2.6.7.8.3. Legitimidade para conceder a fiança 18.2.6.7.8.4. Valor da fiança 18.2.6.7.8.5. Destino dos bens dados em fiança 18.2.6.7.8.6. Vicissitudes da fiança: cassação, reforço, quebra e perda 18.2.6.7.9. Monitoração eletrônica 18.2.6.7.10. Proibição de ausentar-se do país 18.2.7. Liberdade provisória 18.2.7.1. Noções gerais 18.2.7.2. Natureza jurídica 18.2.7.3. Vedação da liberdade provisória 18.2.7.4. Classificação 18.2.7.5. Momento 18.2.7.6. Concessão da liberdade provisória 18.2.7.7. Liberdade provisória no caso de excludente de ilicitude 18.2.7.8. Liberdade provisória no caso do acusado “pobre” 18.2.7.9. Liberdade provisória mediante fiança 18.3. Medidas cautelares patrimoniais 18.3.1. Sequestro 18.3.1.1. Sequestro de bens imóveis 18.3.1.1.1. Objeto 18.3.1.1.2. Requisito 18.3.1.1.3. Legitimados 18.3.1.1.4. Momento 18.3.1.1.5. Finalidade 18.3.1.1.6. Levantamento 18.3.1.1.7. Influência do resultado do processo condenatório 18.3.1.2. Sequestro de bens móveis 18.3.1.3. Meios de defesa contra o sequestro de bens 18.3.1.4. Sequestro subsidiário do art. 91, § 2.°, do Código Penal 18.3.1.5. Sequestro do Decreto-lei 3.240/1941: divergência sobre sua revogação 18.3.2. Especialização e registro da hipoteca legal 18.3.2.1. Objeto 18.3.2.2. Requisito 18.3.2.3. Legitimados 18.3.2.4. Momento 18.3.2.5. Procedimento 18.3.2.6. Finalidade 18.3.3. Arresto prévio à especialização e registro da hipoteca legal 18.3.4. Arresto subsidiário de bens móveis 18.3.5. Da alienação antecipada 18.3.5.1. Finalidade e hipótese de cabimento 18.3.5.2. Procedimento 18.3.6. Da utilização dos bens constritos 18.3.6.1. Finalidade e hipótese de cabimento 18.3.6.2. Procedimento Referências bibliográficas