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Análise Técnica dos Mercados Financeiros - Um guia completo e definitivo dos métodos de negociação de ativos - 3ª edição 2022

مشخصات کتاب

Análise Técnica dos Mercados Financeiros - Um guia completo e definitivo dos métodos de negociação de ativos - 3ª edição 2022

ویرایش: 3ª 
نویسندگان:   
سری:  
ISBN (شابک) : 9786587958002 
ناشر: Saraiva uni 
سال نشر: 2022 
تعداد صفحات: 937 
زبان: Portuguese 
فرمت فایل : PDF (درصورت درخواست کاربر به PDF، EPUB یا AZW3 تبدیل می شود) 
حجم فایل: 11 مگابایت 

قیمت کتاب (تومان) : 63,000



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توضیحاتی درمورد کتاب به خارجی



فهرست مطالب

Dedicatória
Agradecimentos
Sobre o autor – começando do início
Prefácio
Prólogo
PARTE I — O básico
	Capítulo 1 – Introdução à análise técnica
		1.1 Sobre análise fundamentalista
		1.2 Sobre análise técnica
			1.2.1 Afinal, o que é análise técnica?
			1.2.2 Antecipação ✕ previsão
			1.2.3 As pedras fundamentais
		1.3 Teorias sobre o movimento dos preços no mercado
			1.3.1 Teoria “Random Walk” (passeio aleatório)
			1.3.2 Teoria dos Portfólios Modernos
			1.3.3 Afinal, por que os preços oscilam?
			1.3.4 Teoria da Eficiência Perfeita do Mercado
			1.3.5 Teoria das Finanças Comportamentais e análise técnica
			1.3.6 A análise quantitativa e a análise técnica
			1.3.7 Vantagens do uso de gráficos
		1.4 O que diz a legislação?
		1.5 Touros “versus” ursos
		1.6 Histórias do Mercado – O surgimento da primeira ação
	Capítulo 2 – Teoria de Dow
		2.1 Histórico
		2.2 Princípios da Teoria de Dow
			2.2.1 Primeiro princípio: o mercado tem três tendências
			2.2.2 Segundo princípio: o volume deve acompanhar a tendência
			2.2.3 Terceiro princípio: tendências primárias de alta têm três fases
			2.2.4 Quarto princípio: tendências primárias de baixa têm três fases
			2.2.5 Quinto princípio: as médias descontam tudo
			2.2.6 Sexto princípio: as duas médias devem-se confirmar
			2.2.7 Sétimo princípio: o mercado pode-se desenvolver em linha
			2.2.8 Oitavo princípio: as médias devem ser calculadas com preços de fechamento
			2.2.9 Nono princípio: a tendência está valendo até que haja sinais de reversão
		2.3 Críticas à Teoria de Dow
	Capítulo 3 – Construção e tipos de gráficos
		3.1 Sobre a leitura dos gráficos
			3.1.1 Gráfico de linha
			3.1.2 Gráfico de barras
			3.1.3 Gráfico de ponto e figura
				3.1.3.1 Reversão de três boxes
				3.1.3.2 Construindo o gráfico
				3.1.3.3 Sinais de compra e venda
				3.1.3.4 Linhas de tendência no gráfico de ponto e figura
				3.1.3.5 Calculando objetivos de preço no gráfico ponto e figura
			3.1.4 Gráfico de velas ou “candlesticks”
				3.1.4.1 História dos “candlesticks”
			3.1.5 Gráfico de linhas ✕ gráfico de velas
				3.1.5.1 Corpos compridos ✕ curtos
				3.1.5.2 Clímax de compra e de venda
				3.1.5.3 Sombras
				3.1.5.4 Como juntar velas?
			3.1.6 “Candlevolume”
			3.1.7 “Equivolume”
			3.1.8 Gráfico de “renko”
			3.1.9 Gráfico de “kagi”
			3.1.10 “Three line break”
		3.2 Escalas aritméticas ✕ escalas logarítmicas
		3.3 Tempos gráficos
			3.3.1 Gráficos de curto prazo ✕ gráficos de longo prazo
			3.3.2 Verificação da continuidade temporal
		3.4 Volume
		3.5 Contratos em aberto
		3.6 “High Frequency Trading” e suas implicações
	Capítulo 4 – Conceitos básicos de tendência
		4.1 Tendência
			4.1.1 Suportes e resistências
				4.1.1.1 Grau de importância de suporte, resistência e linha de tendência
				4.1.1.2 Rompimentos
				4.1.1.3 Suportes e resistências exercendo papéis invertidos e a bipolaridade
				4.1.1.4 O que determina a significância de suportes e resistências?
			4.1.2 Linhas de tendência
			4.1.3 Linhas de canal
				4.1.3.1 Corte da linha de tendência
				4.1.3.2 Linhas de tendência internas
			4.1.4 Retrações percentuais de preço
			4.1.5 Dias de reversão
			4.1.6 “Gaps” de preço e sua análise
				4.1.6.1 “Gap” de quebra
				4.1.6.2 “Gap” de fuga ou de medida
				4.1.6.3 “Gap” de exaustão
				4.1.6.4 Conclusão sobre “gaps”
			4.1.7 Descobrindo suportes e resistências ocultas com o Forcado de Andrew (“Andrew’s Pitchfork”)
				4.1.7.1 Criando o “pitchfork”
				4.1.7.2 Utilização
	Capítulo 5 – Padrões gráficos
		5.1 Padrões de reversão
			5.1.1 Topo de ombro-cabeça-ombro – “OCO”
			5.1.2 Fundo de ombro-cabeça-ombro ou “OCO” invertido (“OCOI”)
			5.1.3 Topos/fundos triplo
			5.1.4 Topo duplo ou “M” (reversão)
			5.1.5 Fundo duplo ou “W” (reversão)
				5.1.5.1 Tipo Eva e Adão
			5.1.6 Cunha descendente (reversão)
		5.2 Padrões de continuação
			5.2.1 Triângulos
				5.2.1.1 Triângulo ascendente
				5.2.1.2 Triângulo descendente
			5.2.2 Bandeiras e flâmulas
			5.2.3 Retângulo
			5.2.4 Movimento medido
			5.2.5 Canal de preços
		5.3 Outros padrões comumente citados na análise técnica clássica
			5.3.1 Fundo arredondado (de reversão)
			5.3.2 Formações de alargamento (de reversão)
			5.3.3 Formação de diamante (de reversão)
			5.3.4 Xícara com alça (de continuação)
			5.3.5 Reversão de solavanco e fuga (de reversão)
	Capítulo 6 – Análise de Fibonacci e a dinâmica Fibonaccing
		6.1 Um pouco da história de Leonardo “Fibonacci”
		6.2 Por que usar Fibonacci no mercado?
		6.3 A técnica da Rainha do Fibonacci
			6.3.1 Retrações de Preço de Fibonacci
			6.3.2 Extensões de Preço de Fibonacci
			6.3.3 Projeções de Fibonacci
			6.3.4 Configurações de Negociação da Rainha do Fibonacci
				6.3.4.1 Agrupamento ou confluência (“cluster”) de preços
				6.3.4.2 Configurações de simetria
				6.3.4.3 Configurações de padrão de duas etapas
		6.4 A Dinâmica Fibonaccing
			6.4.1 As razões do Fibonaccing
			6.4.2 Dinâmica do Fibonaccing: “Até para subir, tem que cair”
				6.4.2.1 Falhas de topo e fundo
			6.4.3 Prováveis caminhos da Dinâmica dos Preços
			6.4.4 “Clusters” Dinâmicos
			6.4.5 Gráficos amigáveis
			6.4.6 A Estratégia ““Fibogap””
			6.4.7 Considerações finais
	Capítulo 7 – Ondas de Elliott
		7.1 Características de comportamento e assinatura das ondas
		7.2 Regras básicas das ondas de Elliott
			7.2.1 Princípios das ondas
				7.2.1.1 Extensões
				7.2.1.2 Falhas ou truncamentos
				7.2.1.3 Diagonal Final
				7.2.1.4 Padrões corretivos
			7.2.2 Uso de canais para projetar ondas
				7.2.2.1 Objetivos para a Onda 3 ou C
				7.2.2.2 Objetivos para a Onda 4
				7.2.2.3 Objetivos para a Onda 5
				7.2.2.4 Objetivos para as Ondas D e E (caso de triângulos)
				7.2.2.5 Objetivos de zigue-zague duplo
			7.2.3 Uso de relações de Fibonacci para objetivos de ondas
				7.2.3.1 “Clusters” de Preço e Tempo
		7.3 Crítica às ondas de Elliott
PARTE II — Incrementando sua análise
	Capítulo 8 – Explorando indicadores e osciladores
		8.1 Introdução
			8.1.1 Afinal, o que é um indicador técnico?
			8.1.2 O que um indicador técnico oferece?
			8.1.3 Por que usar indicadores?
			8.1.4 Dicas para uso de indicadores
			8.1.5 O que é um oscilador
			8.1.6 A escolha de um indicador
			8.1.7 Principais sinais de um indicador
		8.2 Considerações sobre parametrização dos indicadores e “BackTesting”
	Capítulo 9 – Indicadores atrasados ou seguidores de tendência
		9.1 Introdução
			9.1.1 Vantagens e desvantagens de indicadores atrasados
		9.2 Médias móveis
			9.2.1 Média móvel simples ou aritmética (MMS)
			9.2.2 Cálculo da MMS
				9.2.2.1 Sinais de compra e venda com uma média móvel
			9.2.3 Média móvel exponencial (MME)
				9.2.3.1 O fator de atraso
			9.2.4 Médias móveis exponenciais “versus” simples
				9.2.4.1 Sinais de compra e de venda usando médias móveis
			9.2.5 Média móvel ajustada pelo volume (MMVOL)
			9.2.6 Sistemas de três médias móveis
			9.2.7 Uso de filtros na média móvel
			9.2.8 Sensibilidade de indicadores
				9.2.8.1 A agulhada do Didi
				9.2.8.2 Cruzamento das médias
				9.2.8.3 Didi Index
		9.3 Envelopes
			9.3.1 Envelope “high-low”
			9.3.2 Curiosidade: “Percentage Price Oscillator” (PPO)
			9.3.3 Bandas de Bollinger
				9.3.3.1 Indicador %b
				9.3.3.2 “BandWidth” (BW)
			9.3.4 Canal Donchian
				9.3.4.1 Histórias do mercado: os “traders-tartarugas”
			9.3.5 Canal de Keltner
		9.4 Regressão linear
		9.5 Parabólico SAR
		9.6 Hilo Activator ou Gann Hilo
		9.7 Movimento direcional (ADX)
			9.7.1 True Range (TR)
			9.7.2 “Average Directional Movement Rating” (ADXR)
		9.8 Aroon
			9.8.1 Oscilador de Aroon
		9.9 Nuvem de Ichimoku (“Ichimoku kinko hyo”)
			9.9.1 “Tenkan sen” (linha de conversão ou “linha que vira”)
			9.9.2 “Kijun sen” (“linha base”)
			9.9.3 “Senkou span” A e B
			9.9.4 “Chikou span” (“a linha atrasada”)
			9.9.5 “Kumo” ou nuvem
	Capítulo 10 – Indicadores antecedentes ou de “momentum”
		10.1 Osciladores de impulsão ou de “momentum”
		10.2 Vantagens e desvantagens dos principais indicadores antecedentes
		10.3 Tipos de osciladores
			10.3.1 Osciladores centrados
				10.3.1.1 Moving Average Convergence/Divergence (MACD)
				10.3.1.2 Momentum
				10.3.1.3 “Rate of Change” – taxa de mudança (ROC)
				10.3.1.4 “Know Sure Thing” (KST) – Saiba com certeza
				10.3.1.5 Curva de Coppock
				10.3.1.6 “Triple Smoothed Average” (Trix)
				10.3.1.7 O sistema Elder-Ray
		10.4 Osciladores em bandas
			10.4.1 Índice de Força Relativa (IFR) ou “Relative Strength Index” (RSI)
			10.4.2 Estocástico
			10.4.3 Indicador %R de Williams
			10.4.4 “Commodity Channel Index” (CCI)
				10.4.4.1 Níveis de sobrecompra e sobrevenda com CCI
	Capítulo 11 – Indicadores de volume
		11.1 Indicadores de volume baseados em índices
			11.1.1 “On-Balance Volume” (OBV)
			11.1.2 “Williams Variable Accumulation Distribution” (WVAD)
			11.1.3 Linha de Acumulação e Distribuição (LAD)
			11.1.4 Williams Distribuição Acumulação (WAD)
		11.2 Osciladores de volume
			11.2.1 Fluxo de dinheiro de Chaikin
			11.2.2 Oscilador Chaikin
			11.2.3 Índice de Fluxo de Dinheiro (oscilador) – “Money flow index”
			11.2.4 “Force Index” (índice de força de Elder)
			11.2.5 Volume Price Confirmation Indicator (VPCI)
			11.2.6 Média móvel de volume
			11.2.7 Média móvel ponderada por volume (MMPV)
			11.2.8 Volume por preço (“Volume Profile”)
	Capítulo 12 – Indicadores de fôlego de mercado
		12.1 Linha de Avanços e Declínios (Linha AD)
			12.1.1 Divergências
		12.2 Índice Arms ou TRIN
		12.3 Oscilador McClellan
		12.4 M cClellan “summation index”
	Capítulo 13 – Indicadores de sentimento
		13.1 “Put/call ratio”
		13.2 “CBOE Volatility Index” (VIX)
		13.3 NYSE “high/low” – índice Nyse de novas máximas e novas mínimas
		13.4 Monitoramento do número de ações alugadas
		13.5 “Days to cover” (DTC) ou “dias para zerar”
		13.6 AAII “investor sentimental survey”
		13.7 Volatilidade histórica
		13.8 TD Sequencial©
			13.8.1 A configuração TD
			13.8.2 A contagem regressiva TD
	Capítulo 14 – Força Relativa e o RRG
		14.1 Indexação
		14.2 Força relativa
		14.3 O que são Gráficos de Rotação Relativa (RRG®)?
			14.3.1 Por que usar gráficos de rotação relativa?
			14.3.2 Construção do RRG
				14.3.2.1 JdK RS-Ratio
			14.3.3 JdK RS-Momentum
				14.3.3.1 Normalização dos indicadores
			14.3.4 Os quatro quadrantes do RRG
			14.3.5 Sequência de Rotação
			14.3.6 Trilhas Históricas
			14.3.7 Rotações semanais versus diárias
			14.3.8 Conclusão
	Capítulo 15 – Ciclos de tempo
		15.1 Ciclos: da física ao mercado
			15.1.1 O modo de tendência e o modo de ciclos
			15.1.2 As quatro fases de um ciclo
				15.1.2.1 Fase de acumulação
				15.1.2.2 Fase de alta
				15.1.2.3 Fase de distribuição
				15.1.2.4 Fase de queda
			15.1.3 “Timing”
			15.1.4 Somando tudo
			15.1.5 Translação à esquerda e à direita
			15.1.6 Ciclos dominantes
			15.1.7 Classificação dos ciclos
				15.1.7.1 Ciclos sazonais
			15.1.8 Ciclos do mercado de ações
			15.1.9 Viradas de mês
			15.1.10 Efeito segunda-feira
			15.1.11 Ciclo presidencial
			15.1.12 Ciclo Kondratieff
	Capítulo 16 – Elementos básicos da teoria de William Delbert Gann (1878-1955)
		16.1 Ângulos de Gann
			16.1.1 Passado, presente e futuro
		16.2 O princípio do ventilador
		16.3 Retrações de Gann
		16.4 Ângulos de Gann para projetar o tempo
			16.4.1 Técnica do enquadramento
	Capítulo 17 – Uso de Fibonacci no tempo
		17.1 Relações de tempo
			17.1.1 Retração de Fibonacci no tempo
			17.1.2 Projeções de Fibonacci no tempo
			17.1.3 Método de projeção de tempo com vibração da tendência
			17.1.4 Ciclos de tempo com Fibonacci
PARTE III — Análise com planejamento: a sua sobrevivência
	Capítulo 18 – Colocação de stops
		18.1 Por que ou quanto?
		18.2 O que é uma ordem“ stop”
			18.2.1 “Jogando a toalha” com o “stop loss”
			18.2.2 “Stop gain”
			18.2.3 “Stop” de entrada
			18.2.4 “Stop” móvel (“trailing stop”)
			18.2.5 Erros na colocação de “stops”
			18.2.6 Tipos de “stops”
				18.2.6.1 “Stops” de dinheiro
				18.2.6.2 “Stops” baseados em níveis de suporte e resistência
				18.2.6.3 “Stops”, baseados na volatilidade dos preços
				18.2.6.4 “Stop” com bandas de Bollinger
				18.2.6.5 Conclusão sobre “stops”
	Capítulo 19 – Planejamento das operações
		19.1 Controle do risco
			19.1.1 Retorno “versus” risco
			19.1.2 “Stop” de preço e/ou “stop” de tempo
				19.1.2.1 Mas por que, também, “stop” de tempo?
			19.1.3 Chegando ao objetivo
				19.1.3.1 Cálculo do lote máximo
				19.1.3.2 Fórmula de Kelly
			19.1.4 Registrando suas operações
			19.1.5 Corretora “versus” preços
			19.1.6 A esperança matemática positiva e a roleta
			19.1.7 Diferença entre jogo e investimento
				19.1.7.1 Jogatina “versus” operações
			19.1.8 O lema da Trader Brasil Escola de Finanças e Negócios
	Capítulo 20 – Psicologia do investidor
		20.1 A curva de aprendizado
		20.2 Vieses comportamentais
			20.2.1 A aversão ao arrependimento
			20.2.2 Mentalidade de rebanho
			20.2.3 Aversão à perda
			20.2.4 Representatividade e a falácia do apostador
			20.2.5 Ilusão de controle
			20.2.6 Excesso de confiança
			20.2.7 Viés de confirmação
			20.2.8 Viés de ancoragem
			20.2.9 Reação exagerada
			20.2.10 Efeito halo
			20.2.11 Viés retrospectivo
			20.2.12 Viés do “status quo”: não se mexe em time que está perdendo?
			20.2.13 O que o analista – ou o investidor – pode fazer para atenuar os vieses das finanças comportamentais?
		20.3 Operando dentro da zona
	Capítulo 21 – Juntando tudo
		21.1 A bendita confirmação
	Capítulo 22 – Alguns exemplos de estratégias
		22.1 Método do diamante
		22.2 Estratégias de pivô
			22.2.1 Pivô de alta
			22.2.2 Pivô de baixa
			22.2.3 Cálculo
	Capítulo 23 – “Price action”
		23.1 Os padrões de Price action
			23.1.1 “Pin bar”
			23.1.2 Inside bar – Engolfo
			23.1.3 Padrão falsificado
	Capítulo 24 – As criptomoedas e a análise técnica
		24.1 Histórias do Flávio: a lenda da criação do jogo de xadrez
		24.2 Funções e características da moeda
		24.3 As criptos “versus” as moedas
		24.4 Para começar devagar, o que é Bitcoin?
			24.4.1 Como é criado o Bitcoin?
			24.4.2 Ethereum
				24.4.2.1 Finanças Descentralizadas (DeFi)
				24.4.2.2 O que é um contrato inteligente (“smart contract”)?
				24.4.2.3 Ethereum “versus” Bitcoin
				24.4.2.4 O que é o metaverso?
				24.4.2.5 O que são “Play-to-earn games”?
				24.4.2.6 O que são NFTs?
		24.5 Investindo em criptos
			24.5.1 Ganhando um extra com “staking”
		24.6 Análise fundamentalista das criptos
			24.6.1 Inflação e oferta monetária
			24.6.2 Transações
			24.6.3 Medindo a adoção de Bitcoin
			24.6.4 Utilidade de rede
			24.6.5 Saúde da rede
			24.6.6 Fontes de dados
		24.7 Análise técnica das criptomoedas
		24.8 Riscos das criptos
			24.8.1 Medo de perder Oportunidade – “Fear of Missing Out” (FOMO)
			24.8.2 Medo de Perder Tudo (MDPT) – “Fear of Losing Everything” (FOLE)
			24.8.3 Falta de regulação e incerteza regulatória
			24.8.4 Ataque de 51%
			24.8.5 Perda da carteira
		24.9 Caminhos possíveis para O Bitcoin
			24.9.1 A moeda digital global
			24.9.2 Ouro para “Millennials”
			24.9.3 A tulipa do século XXI
	Capítulo 25 – “Market profile” e “volume profile”: a procura pelo valor justo
		25.1 Teoria do mercado de leilões: o que o mercado está dizendo
		25.2 Introdução ao “Market Profile”
			25.2.1 O que é uma distribuição normal
		25.3 Estrutura do “Market Profile”
			25.3.1 Tempo, Preço e Oportunidade ou TPOs
			25.3.2 Construção do “Market Profile”
			25.3.3 Equilíbrio inicial
			25.3.4 Equilíbrio inicial como suporte ou resistência
			25.3.5 Participantes
			25.3.6 Extensão de intervalo
			25.3.7 Área de valor e valor
				25.3.7.1 Área de Valor
				25.3.7.2 Área de Rejeição
			25.3.8 Ponto de controle – PDC
			25.3.9 Extremos
				25.3.9.1 Impressões únicas e Caudas
			25.3.10 Preços aceitos e rejeitados
				25.3.10.1 Atividade Iniciativa “versus” Responsiva
		25.4 Estruturas diárias típicas no perfil de mercado
			25.4.1 Dia Normal
			25.4.2 Dia de Variação Normal
			25.4.3 Dia da Tendência
			25.4.4 Dia de Distribuição Dupla
			25.4.5 Dia sem Tendência
			25.4.6 Dia Neutro
		25.5 Formatos notáveis
		25.6 Estratégias de negociação de “Market Profile”
			25.6.1 Estratégias de quebra de intervalo
			25.6.2 Estratégia do corredor
			25.6.3 Sinal de alta
			25.6.4 Sinal de baixa
		25.7 “Volume Profile”
		25.8 Exemplo de estratégia com “Volume Profile”
		25.9 Perfil de Mercado “versus” Perfil de Volume
	Capítulo 26 – “Trading systems” e os robôs de investimentos
		26.1 Por que sistemas são necessários?
		26.2 Sistemas discricionários × não discricionários
		26.3 Pré-requisitos para construção de um “trading system”
		26.4 Decidindo o que usar
		26.5 O que é “Backtesting”
		26.6 Tipos de sistema
			26.6.1 Seguidores de tendência
				26.6.1.1 Sistema de médias móveis
				26.6.1.2 Sistema de rompimento
				26.6.1.3 Problemas com sistemas seguidores de tendência
			26.6.2 Sistema de reconhecimento de padrões
			26.6.3 Sistemas contra a tendência
			26.6.4 Sistemas de sinais exógenos
		26.7 Sobre os robôs de investimento
			26.7.1 Pessoas programam a estratégia
			26.7.2 O que é um “trading system” automatizado?
			26.7.3 Automação baseada em servidor (nuvem)
			26.7.4 Regras, regras e mais regras
			26.7.5 Plataformas no mercado
			26.7.6 Linguagem da programação usada
			26.7.7 Exemplo de estratégia simples
		26.8 Relatório de Testes de um “trading system”
			26.8.1 Diagramas
		26.9 Otimizações de estratégias
		26.10 Vantagens de sistemas automáticos de “trading”
		26.11 Desvantagens e realidades dos sistemas de negociação automatizados
		26.12 Conclusão
	Capítulo 27 – O Método Wyckoff – Negocie com os tubarões (não contra)!
		27.1 As Três Leisde Wyckoff
			27.1.1 A lei da oferta e da procura determina a direção dos preços
			27.1.2 A lei de causa e efeito
			27.1.3 A lei do esforço “versus” resultado
		27.2 Uma abordagem de mercado em cinco etapas
		27.3 O “Homem Complexo”” Wyckoff
		27.4 Ciclo de preços Wyckoff
		27.5 As fases de Wyckoff
			27.5.1 A fase de acumulação
			27.5.2 A fase de marcação para cima
			27.5.3 A fase de distribuição
			27.5.4 A fase de marcação para baixo
		27.6 Análises de faixas de negociação
			27.6.1 Esquema Wyckoff para Acumulação
				27.6.1.1 Acumulação: Fases de Wyckoff
			27.6.2 Esquema Wyckoff para distribuição
				27.6.2.1 Distribuição: Fases de Wyckoff
		27.7 Análise de oferta e demanda
		27.8 Guia de contagem de Ponto e Figura (P&F) Wyckoff
		27.9 Nove testes de compra/venda
			27.9.1 “Checklist”: testes para acumulação
			27.9.2 Checklist: testes para distribuição
	Capítulo 28 – Conclusão
		28.1 Minha opinião sobre “Day trade”
		28.2 Algumas regrinhas básicas
		28.3 Principais razões pelas quais os “traders” perdem
		28.4 Sobre mulheres e homens
		28.5 A grande questão
		28.6 Curiosidade: Por que números redondos e terminados em múltiplos inteiros fecham mais negócios?
	Anexo I – Dicionário de padrões de “Candlesticks”
		A.1 Abandoned baby
		A.2 Dark cloud cover
		A.3 Doji
		A.4 Downside tasuki gap
		A.5 Dragonfly doji
		A.6 Engulfing pattern
		A.7 Evening doji star
			A.7.1 Evening star
		A.8 História da vela evening star
		A.9 Falling three methods
		A.10 Gravestone doji
		A.11 Harami (mulher grávida)
			A.11.1 Harami cross
		A.12 Long Day
		A.13 Long-legged doji
		A.14 Long shadows
		A.15 Marubozu
		A.16 Morning doji star
			A.16.1 Morning star
		A.17 Piercing line – padrão perfurante
		A.18 Rising three methods
		A.19 Shooting star
		A.20 Short Day
		A.21 Spinning top
		A.22 Stars
		A.23 Stick sandwich
		A.24 Three black crows (três corvos pretos)
		A.25 Three white soldiers (três soldados brancos)
		A.26 Upside gap two crows
		A.27 Upside tasuki gap
	Anexo II – Contrato perpétuo
	Anexo III – Gráficos em opções
		A3.1 O “xis” da questão
Apêndice
Índice remissivo
Referências




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