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از ساعت 7 صبح تا 10 شب
ویرایش: 3ª
نویسندگان: Flavio Alexandre Caldas de Almeida Lemos
سری:
ISBN (شابک) : 9786587958002
ناشر: Saraiva uni
سال نشر: 2022
تعداد صفحات: 937
زبان: Portuguese
فرمت فایل : PDF (درصورت درخواست کاربر به PDF، EPUB یا AZW3 تبدیل می شود)
حجم فایل: 11 مگابایت
در صورت تبدیل فایل کتاب Análise Técnica dos Mercados Financeiros - Um guia completo e definitivo dos métodos de negociação de ativos - 3ª edição 2022 به فرمت های PDF، EPUB، AZW3، MOBI و یا DJVU می توانید به پشتیبان اطلاع دهید تا فایل مورد نظر را تبدیل نمایند.
توجه داشته باشید کتاب تجزیه و تحلیل فنی بازارهای مالی - راهنمای کامل و قطعی روش های معاملاتی دارایی - ویرایش سوم 2021 نسخه زبان اصلی می باشد و کتاب ترجمه شده به فارسی نمی باشد. وبسایت اینترنشنال لایبرری ارائه دهنده کتاب های زبان اصلی می باشد و هیچ گونه کتاب ترجمه شده یا نوشته شده به فارسی را ارائه نمی دهد.
Dedicatória Agradecimentos Sobre o autor – começando do início Prefácio Prólogo PARTE I — O básico Capítulo 1 – Introdução à análise técnica 1.1 Sobre análise fundamentalista 1.2 Sobre análise técnica 1.2.1 Afinal, o que é análise técnica? 1.2.2 Antecipação ✕ previsão 1.2.3 As pedras fundamentais 1.3 Teorias sobre o movimento dos preços no mercado 1.3.1 Teoria “Random Walk” (passeio aleatório) 1.3.2 Teoria dos Portfólios Modernos 1.3.3 Afinal, por que os preços oscilam? 1.3.4 Teoria da Eficiência Perfeita do Mercado 1.3.5 Teoria das Finanças Comportamentais e análise técnica 1.3.6 A análise quantitativa e a análise técnica 1.3.7 Vantagens do uso de gráficos 1.4 O que diz a legislação? 1.5 Touros “versus” ursos 1.6 Histórias do Mercado – O surgimento da primeira ação Capítulo 2 – Teoria de Dow 2.1 Histórico 2.2 Princípios da Teoria de Dow 2.2.1 Primeiro princípio: o mercado tem três tendências 2.2.2 Segundo princípio: o volume deve acompanhar a tendência 2.2.3 Terceiro princípio: tendências primárias de alta têm três fases 2.2.4 Quarto princípio: tendências primárias de baixa têm três fases 2.2.5 Quinto princípio: as médias descontam tudo 2.2.6 Sexto princípio: as duas médias devem-se confirmar 2.2.7 Sétimo princípio: o mercado pode-se desenvolver em linha 2.2.8 Oitavo princípio: as médias devem ser calculadas com preços de fechamento 2.2.9 Nono princípio: a tendência está valendo até que haja sinais de reversão 2.3 Críticas à Teoria de Dow Capítulo 3 – Construção e tipos de gráficos 3.1 Sobre a leitura dos gráficos 3.1.1 Gráfico de linha 3.1.2 Gráfico de barras 3.1.3 Gráfico de ponto e figura 3.1.3.1 Reversão de três boxes 3.1.3.2 Construindo o gráfico 3.1.3.3 Sinais de compra e venda 3.1.3.4 Linhas de tendência no gráfico de ponto e figura 3.1.3.5 Calculando objetivos de preço no gráfico ponto e figura 3.1.4 Gráfico de velas ou “candlesticks” 3.1.4.1 História dos “candlesticks” 3.1.5 Gráfico de linhas ✕ gráfico de velas 3.1.5.1 Corpos compridos ✕ curtos 3.1.5.2 Clímax de compra e de venda 3.1.5.3 Sombras 3.1.5.4 Como juntar velas? 3.1.6 “Candlevolume” 3.1.7 “Equivolume” 3.1.8 Gráfico de “renko” 3.1.9 Gráfico de “kagi” 3.1.10 “Three line break” 3.2 Escalas aritméticas ✕ escalas logarítmicas 3.3 Tempos gráficos 3.3.1 Gráficos de curto prazo ✕ gráficos de longo prazo 3.3.2 Verificação da continuidade temporal 3.4 Volume 3.5 Contratos em aberto 3.6 “High Frequency Trading” e suas implicações Capítulo 4 – Conceitos básicos de tendência 4.1 Tendência 4.1.1 Suportes e resistências 4.1.1.1 Grau de importância de suporte, resistência e linha de tendência 4.1.1.2 Rompimentos 4.1.1.3 Suportes e resistências exercendo papéis invertidos e a bipolaridade 4.1.1.4 O que determina a significância de suportes e resistências? 4.1.2 Linhas de tendência 4.1.3 Linhas de canal 4.1.3.1 Corte da linha de tendência 4.1.3.2 Linhas de tendência internas 4.1.4 Retrações percentuais de preço 4.1.5 Dias de reversão 4.1.6 “Gaps” de preço e sua análise 4.1.6.1 “Gap” de quebra 4.1.6.2 “Gap” de fuga ou de medida 4.1.6.3 “Gap” de exaustão 4.1.6.4 Conclusão sobre “gaps” 4.1.7 Descobrindo suportes e resistências ocultas com o Forcado de Andrew (“Andrew’s Pitchfork”) 4.1.7.1 Criando o “pitchfork” 4.1.7.2 Utilização Capítulo 5 – Padrões gráficos 5.1 Padrões de reversão 5.1.1 Topo de ombro-cabeça-ombro – “OCO” 5.1.2 Fundo de ombro-cabeça-ombro ou “OCO” invertido (“OCOI”) 5.1.3 Topos/fundos triplo 5.1.4 Topo duplo ou “M” (reversão) 5.1.5 Fundo duplo ou “W” (reversão) 5.1.5.1 Tipo Eva e Adão 5.1.6 Cunha descendente (reversão) 5.2 Padrões de continuação 5.2.1 Triângulos 5.2.1.1 Triângulo ascendente 5.2.1.2 Triângulo descendente 5.2.2 Bandeiras e flâmulas 5.2.3 Retângulo 5.2.4 Movimento medido 5.2.5 Canal de preços 5.3 Outros padrões comumente citados na análise técnica clássica 5.3.1 Fundo arredondado (de reversão) 5.3.2 Formações de alargamento (de reversão) 5.3.3 Formação de diamante (de reversão) 5.3.4 Xícara com alça (de continuação) 5.3.5 Reversão de solavanco e fuga (de reversão) Capítulo 6 – Análise de Fibonacci e a dinâmica Fibonaccing 6.1 Um pouco da história de Leonardo “Fibonacci” 6.2 Por que usar Fibonacci no mercado? 6.3 A técnica da Rainha do Fibonacci 6.3.1 Retrações de Preço de Fibonacci 6.3.2 Extensões de Preço de Fibonacci 6.3.3 Projeções de Fibonacci 6.3.4 Configurações de Negociação da Rainha do Fibonacci 6.3.4.1 Agrupamento ou confluência (“cluster”) de preços 6.3.4.2 Configurações de simetria 6.3.4.3 Configurações de padrão de duas etapas 6.4 A Dinâmica Fibonaccing 6.4.1 As razões do Fibonaccing 6.4.2 Dinâmica do Fibonaccing: “Até para subir, tem que cair” 6.4.2.1 Falhas de topo e fundo 6.4.3 Prováveis caminhos da Dinâmica dos Preços 6.4.4 “Clusters” Dinâmicos 6.4.5 Gráficos amigáveis 6.4.6 A Estratégia ““Fibogap”” 6.4.7 Considerações finais Capítulo 7 – Ondas de Elliott 7.1 Características de comportamento e assinatura das ondas 7.2 Regras básicas das ondas de Elliott 7.2.1 Princípios das ondas 7.2.1.1 Extensões 7.2.1.2 Falhas ou truncamentos 7.2.1.3 Diagonal Final 7.2.1.4 Padrões corretivos 7.2.2 Uso de canais para projetar ondas 7.2.2.1 Objetivos para a Onda 3 ou C 7.2.2.2 Objetivos para a Onda 4 7.2.2.3 Objetivos para a Onda 5 7.2.2.4 Objetivos para as Ondas D e E (caso de triângulos) 7.2.2.5 Objetivos de zigue-zague duplo 7.2.3 Uso de relações de Fibonacci para objetivos de ondas 7.2.3.1 “Clusters” de Preço e Tempo 7.3 Crítica às ondas de Elliott PARTE II — Incrementando sua análise Capítulo 8 – Explorando indicadores e osciladores 8.1 Introdução 8.1.1 Afinal, o que é um indicador técnico? 8.1.2 O que um indicador técnico oferece? 8.1.3 Por que usar indicadores? 8.1.4 Dicas para uso de indicadores 8.1.5 O que é um oscilador 8.1.6 A escolha de um indicador 8.1.7 Principais sinais de um indicador 8.2 Considerações sobre parametrização dos indicadores e “BackTesting” Capítulo 9 – Indicadores atrasados ou seguidores de tendência 9.1 Introdução 9.1.1 Vantagens e desvantagens de indicadores atrasados 9.2 Médias móveis 9.2.1 Média móvel simples ou aritmética (MMS) 9.2.2 Cálculo da MMS 9.2.2.1 Sinais de compra e venda com uma média móvel 9.2.3 Média móvel exponencial (MME) 9.2.3.1 O fator de atraso 9.2.4 Médias móveis exponenciais “versus” simples 9.2.4.1 Sinais de compra e de venda usando médias móveis 9.2.5 Média móvel ajustada pelo volume (MMVOL) 9.2.6 Sistemas de três médias móveis 9.2.7 Uso de filtros na média móvel 9.2.8 Sensibilidade de indicadores 9.2.8.1 A agulhada do Didi 9.2.8.2 Cruzamento das médias 9.2.8.3 Didi Index 9.3 Envelopes 9.3.1 Envelope “high-low” 9.3.2 Curiosidade: “Percentage Price Oscillator” (PPO) 9.3.3 Bandas de Bollinger 9.3.3.1 Indicador %b 9.3.3.2 “BandWidth” (BW) 9.3.4 Canal Donchian 9.3.4.1 Histórias do mercado: os “traders-tartarugas” 9.3.5 Canal de Keltner 9.4 Regressão linear 9.5 Parabólico SAR 9.6 Hilo Activator ou Gann Hilo 9.7 Movimento direcional (ADX) 9.7.1 True Range (TR) 9.7.2 “Average Directional Movement Rating” (ADXR) 9.8 Aroon 9.8.1 Oscilador de Aroon 9.9 Nuvem de Ichimoku (“Ichimoku kinko hyo”) 9.9.1 “Tenkan sen” (linha de conversão ou “linha que vira”) 9.9.2 “Kijun sen” (“linha base”) 9.9.3 “Senkou span” A e B 9.9.4 “Chikou span” (“a linha atrasada”) 9.9.5 “Kumo” ou nuvem Capítulo 10 – Indicadores antecedentes ou de “momentum” 10.1 Osciladores de impulsão ou de “momentum” 10.2 Vantagens e desvantagens dos principais indicadores antecedentes 10.3 Tipos de osciladores 10.3.1 Osciladores centrados 10.3.1.1 Moving Average Convergence/Divergence (MACD) 10.3.1.2 Momentum 10.3.1.3 “Rate of Change” – taxa de mudança (ROC) 10.3.1.4 “Know Sure Thing” (KST) – Saiba com certeza 10.3.1.5 Curva de Coppock 10.3.1.6 “Triple Smoothed Average” (Trix) 10.3.1.7 O sistema Elder-Ray 10.4 Osciladores em bandas 10.4.1 Índice de Força Relativa (IFR) ou “Relative Strength Index” (RSI) 10.4.2 Estocástico 10.4.3 Indicador %R de Williams 10.4.4 “Commodity Channel Index” (CCI) 10.4.4.1 Níveis de sobrecompra e sobrevenda com CCI Capítulo 11 – Indicadores de volume 11.1 Indicadores de volume baseados em índices 11.1.1 “On-Balance Volume” (OBV) 11.1.2 “Williams Variable Accumulation Distribution” (WVAD) 11.1.3 Linha de Acumulação e Distribuição (LAD) 11.1.4 Williams Distribuição Acumulação (WAD) 11.2 Osciladores de volume 11.2.1 Fluxo de dinheiro de Chaikin 11.2.2 Oscilador Chaikin 11.2.3 Índice de Fluxo de Dinheiro (oscilador) – “Money flow index” 11.2.4 “Force Index” (índice de força de Elder) 11.2.5 Volume Price Confirmation Indicator (VPCI) 11.2.6 Média móvel de volume 11.2.7 Média móvel ponderada por volume (MMPV) 11.2.8 Volume por preço (“Volume Profile”) Capítulo 12 – Indicadores de fôlego de mercado 12.1 Linha de Avanços e Declínios (Linha AD) 12.1.1 Divergências 12.2 Índice Arms ou TRIN 12.3 Oscilador McClellan 12.4 M cClellan “summation index” Capítulo 13 – Indicadores de sentimento 13.1 “Put/call ratio” 13.2 “CBOE Volatility Index” (VIX) 13.3 NYSE “high/low” – índice Nyse de novas máximas e novas mínimas 13.4 Monitoramento do número de ações alugadas 13.5 “Days to cover” (DTC) ou “dias para zerar” 13.6 AAII “investor sentimental survey” 13.7 Volatilidade histórica 13.8 TD Sequencial© 13.8.1 A configuração TD 13.8.2 A contagem regressiva TD Capítulo 14 – Força Relativa e o RRG 14.1 Indexação 14.2 Força relativa 14.3 O que são Gráficos de Rotação Relativa (RRG®)? 14.3.1 Por que usar gráficos de rotação relativa? 14.3.2 Construção do RRG 14.3.2.1 JdK RS-Ratio 14.3.3 JdK RS-Momentum 14.3.3.1 Normalização dos indicadores 14.3.4 Os quatro quadrantes do RRG 14.3.5 Sequência de Rotação 14.3.6 Trilhas Históricas 14.3.7 Rotações semanais versus diárias 14.3.8 Conclusão Capítulo 15 – Ciclos de tempo 15.1 Ciclos: da física ao mercado 15.1.1 O modo de tendência e o modo de ciclos 15.1.2 As quatro fases de um ciclo 15.1.2.1 Fase de acumulação 15.1.2.2 Fase de alta 15.1.2.3 Fase de distribuição 15.1.2.4 Fase de queda 15.1.3 “Timing” 15.1.4 Somando tudo 15.1.5 Translação à esquerda e à direita 15.1.6 Ciclos dominantes 15.1.7 Classificação dos ciclos 15.1.7.1 Ciclos sazonais 15.1.8 Ciclos do mercado de ações 15.1.9 Viradas de mês 15.1.10 Efeito segunda-feira 15.1.11 Ciclo presidencial 15.1.12 Ciclo Kondratieff Capítulo 16 – Elementos básicos da teoria de William Delbert Gann (1878-1955) 16.1 Ângulos de Gann 16.1.1 Passado, presente e futuro 16.2 O princípio do ventilador 16.3 Retrações de Gann 16.4 Ângulos de Gann para projetar o tempo 16.4.1 Técnica do enquadramento Capítulo 17 – Uso de Fibonacci no tempo 17.1 Relações de tempo 17.1.1 Retração de Fibonacci no tempo 17.1.2 Projeções de Fibonacci no tempo 17.1.3 Método de projeção de tempo com vibração da tendência 17.1.4 Ciclos de tempo com Fibonacci PARTE III — Análise com planejamento: a sua sobrevivência Capítulo 18 – Colocação de stops 18.1 Por que ou quanto? 18.2 O que é uma ordem“ stop” 18.2.1 “Jogando a toalha” com o “stop loss” 18.2.2 “Stop gain” 18.2.3 “Stop” de entrada 18.2.4 “Stop” móvel (“trailing stop”) 18.2.5 Erros na colocação de “stops” 18.2.6 Tipos de “stops” 18.2.6.1 “Stops” de dinheiro 18.2.6.2 “Stops” baseados em níveis de suporte e resistência 18.2.6.3 “Stops”, baseados na volatilidade dos preços 18.2.6.4 “Stop” com bandas de Bollinger 18.2.6.5 Conclusão sobre “stops” Capítulo 19 – Planejamento das operações 19.1 Controle do risco 19.1.1 Retorno “versus” risco 19.1.2 “Stop” de preço e/ou “stop” de tempo 19.1.2.1 Mas por que, também, “stop” de tempo? 19.1.3 Chegando ao objetivo 19.1.3.1 Cálculo do lote máximo 19.1.3.2 Fórmula de Kelly 19.1.4 Registrando suas operações 19.1.5 Corretora “versus” preços 19.1.6 A esperança matemática positiva e a roleta 19.1.7 Diferença entre jogo e investimento 19.1.7.1 Jogatina “versus” operações 19.1.8 O lema da Trader Brasil Escola de Finanças e Negócios Capítulo 20 – Psicologia do investidor 20.1 A curva de aprendizado 20.2 Vieses comportamentais 20.2.1 A aversão ao arrependimento 20.2.2 Mentalidade de rebanho 20.2.3 Aversão à perda 20.2.4 Representatividade e a falácia do apostador 20.2.5 Ilusão de controle 20.2.6 Excesso de confiança 20.2.7 Viés de confirmação 20.2.8 Viés de ancoragem 20.2.9 Reação exagerada 20.2.10 Efeito halo 20.2.11 Viés retrospectivo 20.2.12 Viés do “status quo”: não se mexe em time que está perdendo? 20.2.13 O que o analista – ou o investidor – pode fazer para atenuar os vieses das finanças comportamentais? 20.3 Operando dentro da zona Capítulo 21 – Juntando tudo 21.1 A bendita confirmação Capítulo 22 – Alguns exemplos de estratégias 22.1 Método do diamante 22.2 Estratégias de pivô 22.2.1 Pivô de alta 22.2.2 Pivô de baixa 22.2.3 Cálculo Capítulo 23 – “Price action” 23.1 Os padrões de Price action 23.1.1 “Pin bar” 23.1.2 Inside bar – Engolfo 23.1.3 Padrão falsificado Capítulo 24 – As criptomoedas e a análise técnica 24.1 Histórias do Flávio: a lenda da criação do jogo de xadrez 24.2 Funções e características da moeda 24.3 As criptos “versus” as moedas 24.4 Para começar devagar, o que é Bitcoin? 24.4.1 Como é criado o Bitcoin? 24.4.2 Ethereum 24.4.2.1 Finanças Descentralizadas (DeFi) 24.4.2.2 O que é um contrato inteligente (“smart contract”)? 24.4.2.3 Ethereum “versus” Bitcoin 24.4.2.4 O que é o metaverso? 24.4.2.5 O que são “Play-to-earn games”? 24.4.2.6 O que são NFTs? 24.5 Investindo em criptos 24.5.1 Ganhando um extra com “staking” 24.6 Análise fundamentalista das criptos 24.6.1 Inflação e oferta monetária 24.6.2 Transações 24.6.3 Medindo a adoção de Bitcoin 24.6.4 Utilidade de rede 24.6.5 Saúde da rede 24.6.6 Fontes de dados 24.7 Análise técnica das criptomoedas 24.8 Riscos das criptos 24.8.1 Medo de perder Oportunidade – “Fear of Missing Out” (FOMO) 24.8.2 Medo de Perder Tudo (MDPT) – “Fear of Losing Everything” (FOLE) 24.8.3 Falta de regulação e incerteza regulatória 24.8.4 Ataque de 51% 24.8.5 Perda da carteira 24.9 Caminhos possíveis para O Bitcoin 24.9.1 A moeda digital global 24.9.2 Ouro para “Millennials” 24.9.3 A tulipa do século XXI Capítulo 25 – “Market profile” e “volume profile”: a procura pelo valor justo 25.1 Teoria do mercado de leilões: o que o mercado está dizendo 25.2 Introdução ao “Market Profile” 25.2.1 O que é uma distribuição normal 25.3 Estrutura do “Market Profile” 25.3.1 Tempo, Preço e Oportunidade ou TPOs 25.3.2 Construção do “Market Profile” 25.3.3 Equilíbrio inicial 25.3.4 Equilíbrio inicial como suporte ou resistência 25.3.5 Participantes 25.3.6 Extensão de intervalo 25.3.7 Área de valor e valor 25.3.7.1 Área de Valor 25.3.7.2 Área de Rejeição 25.3.8 Ponto de controle – PDC 25.3.9 Extremos 25.3.9.1 Impressões únicas e Caudas 25.3.10 Preços aceitos e rejeitados 25.3.10.1 Atividade Iniciativa “versus” Responsiva 25.4 Estruturas diárias típicas no perfil de mercado 25.4.1 Dia Normal 25.4.2 Dia de Variação Normal 25.4.3 Dia da Tendência 25.4.4 Dia de Distribuição Dupla 25.4.5 Dia sem Tendência 25.4.6 Dia Neutro 25.5 Formatos notáveis 25.6 Estratégias de negociação de “Market Profile” 25.6.1 Estratégias de quebra de intervalo 25.6.2 Estratégia do corredor 25.6.3 Sinal de alta 25.6.4 Sinal de baixa 25.7 “Volume Profile” 25.8 Exemplo de estratégia com “Volume Profile” 25.9 Perfil de Mercado “versus” Perfil de Volume Capítulo 26 – “Trading systems” e os robôs de investimentos 26.1 Por que sistemas são necessários? 26.2 Sistemas discricionários × não discricionários 26.3 Pré-requisitos para construção de um “trading system” 26.4 Decidindo o que usar 26.5 O que é “Backtesting” 26.6 Tipos de sistema 26.6.1 Seguidores de tendência 26.6.1.1 Sistema de médias móveis 26.6.1.2 Sistema de rompimento 26.6.1.3 Problemas com sistemas seguidores de tendência 26.6.2 Sistema de reconhecimento de padrões 26.6.3 Sistemas contra a tendência 26.6.4 Sistemas de sinais exógenos 26.7 Sobre os robôs de investimento 26.7.1 Pessoas programam a estratégia 26.7.2 O que é um “trading system” automatizado? 26.7.3 Automação baseada em servidor (nuvem) 26.7.4 Regras, regras e mais regras 26.7.5 Plataformas no mercado 26.7.6 Linguagem da programação usada 26.7.7 Exemplo de estratégia simples 26.8 Relatório de Testes de um “trading system” 26.8.1 Diagramas 26.9 Otimizações de estratégias 26.10 Vantagens de sistemas automáticos de “trading” 26.11 Desvantagens e realidades dos sistemas de negociação automatizados 26.12 Conclusão Capítulo 27 – O Método Wyckoff – Negocie com os tubarões (não contra)! 27.1 As Três Leisde Wyckoff 27.1.1 A lei da oferta e da procura determina a direção dos preços 27.1.2 A lei de causa e efeito 27.1.3 A lei do esforço “versus” resultado 27.2 Uma abordagem de mercado em cinco etapas 27.3 O “Homem Complexo”” Wyckoff 27.4 Ciclo de preços Wyckoff 27.5 As fases de Wyckoff 27.5.1 A fase de acumulação 27.5.2 A fase de marcação para cima 27.5.3 A fase de distribuição 27.5.4 A fase de marcação para baixo 27.6 Análises de faixas de negociação 27.6.1 Esquema Wyckoff para Acumulação 27.6.1.1 Acumulação: Fases de Wyckoff 27.6.2 Esquema Wyckoff para distribuição 27.6.2.1 Distribuição: Fases de Wyckoff 27.7 Análise de oferta e demanda 27.8 Guia de contagem de Ponto e Figura (P&F) Wyckoff 27.9 Nove testes de compra/venda 27.9.1 “Checklist”: testes para acumulação 27.9.2 Checklist: testes para distribuição Capítulo 28 – Conclusão 28.1 Minha opinião sobre “Day trade” 28.2 Algumas regrinhas básicas 28.3 Principais razões pelas quais os “traders” perdem 28.4 Sobre mulheres e homens 28.5 A grande questão 28.6 Curiosidade: Por que números redondos e terminados em múltiplos inteiros fecham mais negócios? Anexo I – Dicionário de padrões de “Candlesticks” A.1 Abandoned baby A.2 Dark cloud cover A.3 Doji A.4 Downside tasuki gap A.5 Dragonfly doji A.6 Engulfing pattern A.7 Evening doji star A.7.1 Evening star A.8 História da vela evening star A.9 Falling three methods A.10 Gravestone doji A.11 Harami (mulher grávida) A.11.1 Harami cross A.12 Long Day A.13 Long-legged doji A.14 Long shadows A.15 Marubozu A.16 Morning doji star A.16.1 Morning star A.17 Piercing line – padrão perfurante A.18 Rising three methods A.19 Shooting star A.20 Short Day A.21 Spinning top A.22 Stars A.23 Stick sandwich A.24 Three black crows (três corvos pretos) A.25 Three white soldiers (três soldados brancos) A.26 Upside gap two crows A.27 Upside tasuki gap Anexo II – Contrato perpétuo Anexo III – Gráficos em opções A3.1 O “xis” da questão Apêndice Índice remissivo Referências